Projeto Social: Casa Lar Amor Solidário

O projeto social deste semestre consiste na implantação dos 5S, uma ferramenta de trabalho que
permite desenvolver um planejamento limpeza, permitindo assim de imediato maior segurança, clima organizacional, motivação das pessoas e consequente melhoria da qualidade de vida.

Estamos trabalhando em conjunto com a ONG Impacto Social, num lar onde vivem 17 indivíduos, entre a abandonadas pelos pais. Este lar é mantido por doações esporádicas, e necessita de intervenção para melhorias relacionadas a qualidade de vida de seus moradores, para corrigir questões envolvendo risco de acidentes, má iluminação e arejamento, mau cheiro, melhorias na organização e o mais importante: a criação da auto-disciplina para que estas melhorias se mantenham para a posteridade.

Veja mais informações em nosso material de divulgação impresso e vídeo.

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Engenharia de Produção

30/09/2004

Entre todas as especialidades da engenharia, a de produção é a mais requisitada pelo mercado

 

O engenheiro de produção atua, sobretudo, no planejamento e na organização da produção. Seu objetivo é otimizar a produtividade e melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. “Entre todas as especialidades da engenharia, esta talvez seja a mais requisitada”, comenta o coordenador do curso de Engenharia de Produção da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Bauru, José de Souza Rodrigues. “E não é para menos: esse profissional é capaz de redimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros.”

O coordenador do curso de Engenharia de Produção Mecânica da Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Guaratinguetá, Maurício Delamaro, concorda com o colega de Bauru e acrescenta: “Ele tem sido procurado por muitas indústrias, inclusive para ocupar funções que tradicionalmente eram reservadas a outras carreiras, como administrador e economista”.

Essa polivalência ocorre porque a formação do engenheiro de produção mecânica reúne numerosas disciplinas, de gestão, administração, economia, psicologia aplicada ao trabalho e legislação a conhecimentos de áreas das ciências exatas que embasam a engenharia. “O engenheiro de produção é um profissional fundamental para que a empresa consiga uma diferenciação em seu posicionamento estratégico no mercado”, afirma Rodrigues.

O mercado exige do profissional a capacidade de projetar e analisar processos produtivos. Isso significa saber ordenar seqüências de atividades, fazer pesquisa de campo e ter habilidade para entrevistar pessoas e obter as informações de que se necessita. “Conhecer métodos de avaliação e controle de processos organizacionais e ter sólidos conhecimentos na área de gestão também é fundamental”, enfatiza o coordenador do curso de Bauru.

O desenvolvimento de sistemas produtivos de qualidade exige do engenheiro de produção criatividade e capacidade de abstração. Outros atributos são o talento para formular adequadamente um problema – primeiro passo para solucioná-lo -, capacidade de trabalhar em equipe e boa cultura geral. “O engenheiro de produção não é um administrador. Ele tem sólida formação em engenharia, aprofundando-se em matemática, física e computação, ferramentas indispensáveis para a resolução de problemas”, comenta Delamaro.

Com essa formação a um só tempo eclética e aprofundada, os engenheiros de produção não têm tido dificuldades para se colocar no mercado de trabalho. Eles são igualmente bem-vindos em empresas das mais diferentes naturezas, como indústrias manufatureiras ou jornalísticas, no setor turístico ou em bancos de desenvolvimento. “Os principais postos de trabalho estão na região Sudeste, especialmente no Vale do Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo, mas há possibilidades de boas colocações também nos demais Estados do Brasil”, conclui Rodrigues.

Fonte: Guia de Profissões 2005 – Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP

 

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2004/09/30/497506/engenharia-produo.html

 

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Os pilares do Lean Manufacturing

As ferramentas e técnicas utilizadas na implantação e manutenção do Lean, são como pilares que servem de sustentação para todo o sistema. Estes pilares são:

5S: Ferramenta da Gestão pela Qualidade Total que cria um sistema de padronização e organização no ambiente de trabalho. È formado por cinco palavras japonesas, que iniciam com “S”, sendo cada palavra uma etapa de implantação deste sistema.

GESTÃO VISUAL: Todos os indicadores, informações, ferramentas, peças e ações da produção ficam a vista, ao acesso de todos, permitindo em uma simples olhada, que qualquer pessoa saiba sobre o estado atual do sistema.

OTIMIZAÇÃO DE LAYOUT: A distribuição das máquinas na fábrica, deve estar de acordo com uma sequência operacional ótima, para uma produção focada no processo e não na operação.

TRABALHO PADRÃO: Sem a padronização dos processos, não existe sucesso na implantação do Lean. A eficiência dos processos está intimamente ligada a sua aderência a métodos previstos, sem desperdícios e com segurança.

SINCRONIZAÇÃO DO FLUXO DE PRODUÇÃO: O lote de transferência de peça ideal é o unitário. Quando não for possível deve-se buscar minimizá-lo. Lotes grandes de transferência escondem ineficiências e geralmente maximizam os defeitos de produção.

PESSOAS: As pessoas devem ser envolvidas ao extremo. Não é permitida a omissão de informações que estão ligadas ao seu dia a dia. Sem o envolvimento das pessoas, geralmente o Lean, não passa de mais um “mega” projeto da alta gestão.

QUALIDADE NA FONTE: Os processos devem garantir a qualidade das peças, mas até se conquistar esta situação desejável, temos que garantir que produzimos e passamos para a próxima operação apenas peças boas. Desta forma os próprios operadores realizam o controle do processo e inspecionam as peças, parando a produção sempre que for encontrado algum desvio ou tendência de falha. Métodos simples de bloqueio ao erro humano (poka-yoke) geram ótimos resultados de controle.

TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTA: A competência de trocar rapidamente ferramentas e acessórios, agrega ao processo uma maior flexibilidade permitindo produzir em um mesmo equipamento produtos diversificados e em menores lotes.

ARMAZENAMENTO NO PONTO DE USO: Devem ser armazenados no local onde são utilizados: todo o padrão operacional, ferramenta, matéria-prima e informação.

PRODUÇÃO PUXADA E KANBAN: Sob este sistema de produção em cascata e instruções de entrega, originada na operação posterior, a operação anterior nada produz até que a operação posterior sinalize através do sistema kanban a sua necessidade.

PRODUÇÃO CELULAR: O fluxo unitário de peças tem como objetivo ligar fisicamente cada etapa do processo produtivo, organizando-o de forma que seja mais eficiente, aumentando o valor agregado e minimizando os desperdícios.

MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL: Tem como objetivo principal aumentar a disponibilidade técnica dos ativos da empresa, maximizando a eficiência global dos equipamentos. Através da utilização das boas práticas da manutenção mundial é possível minimizar as intervenções, avançando de uma manutenção reativa para uma manutenção proativa.

Os pilares do Lean manufacturing são interconexos, podendo ser implantados em série.  Além dos pilares, outros conceitos são utilizados como ferramentas do Lean, tais como o Gemba (caminhada no chão de fábrica), Jidoka (autonomação) e Kaizen (melhoria contínua). O aconselhável é que seja escolhida uma área piloto, geralmente um gargalo ou restrição para a implantação destes.

Por: Everton Rodrigues da Silva

 

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A Mentalidade Enxuta

por Eduardo Augusto – consultor de empresas, especializado em programas de implementação de Manufatura Enxuta. Atualmente é Consultor-Associado do Kaizen Institute do Brasil e soma 25 anos de experiência profissional em gestão de áreas operacionais.

Reprodução de artigo da revista Brasil Alemanha da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha de Agosto/2001

Origens

As idéias por detrás do agora chamado pensamento enxuto foram originalmente desenvolvidas pela Toyota. (Sistema Toyota de Produção) O termo foi popularizado no livro A Máquina que Mudou o Mundo (Womack, Jones e Roos, 1990) que ilustrando, pela primeira vez, a imensa diferença de desempenho entre as empresas japonesas e as ocidentais. Chama-se Produção Enxuta ao conjunto dos elementos que levaram a este desempenho notável. Enxuto, porque os métodos japoneses, na manufatura, desenvolvimento de produtos e fornecimento de peças, usam menos de tudo; esforço humano, capital, espaço, estoques e tempo.

Os princípios chave da Mentalidade Enxuta

O primeiro passo é reconhecer que somente uma pequena fração do tempo total e do esforço de qualquer organização agregam valor para o consumidor final. Definindo claramente o valor de um produto ou serviço na visão do cliente, todas as atividades que não agregam valor, ou desperdícios, podem ser categorizadas e eliminadas. Para a maioria das operações somente 5% das atividades agregam valor, 35% não agregam valor, mas são necessárias e 60% são puro desperdício cuja eliminação representa um imenso potencial de melhoria. Poucos produtos ou serviços são fornecidos por uma organização sozinha. Como os desperdícios devem ser removidos em toda a cadeia de valor, novas formas de relacionamento entre as empresas são necessárias para eliminar os desperdícios intermediários e gerir eficientemente todo o fluxo.

Ao invés de empurrar os lotes de trabalho entre os vários departamentos sucessivos, os processos são reorganizados de forma que o produto flua livremente pelas atividades que agregam valor usando as ferramentas da mentalidade enxuta.

Recuperando o tempo perdido

A jornada rumo a mentalidade enxuta teve início em 1950 com Eiji Toyoda e Taiichi Ohno. Só após algumas décadas parte das empresas ocidentais acordou para o poder deste caminho alternativo. O Brasil, felizmente, conta com brilhantes iniciativas como a da Mercedes-Benz e outras analisadas detalhadamente pelo Prof. José Ferro no apêndice brasileiro do livro A Mentalidade Enxuta nas Empresas (Womack e Jones).

A Mentalidade Enxuta é um caminho para a melhoria continua e sustentada, e não apenas mais um programa.

 

 

Fonte: http://br.kaizen.com/artigos-e-livros/artigos/a-mentalidade-enxuta.html

 

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Confratrainee

Sábado, dia 01/10, foi realizado o Confratrainee que tem o objetivo de promover a integração entre membros e trainees da Smart Consultoria Jr.. O evento contou com a particição dos mesmos, além de outros acadêmicos do curso de Engenharia de Produção e Sistemas da UDESC.

 

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Projeto Trainee 2011/2

A Smart Consultoria Jr. em mais uma contribuição para com a sociedade joinvilense, lançou nessa terça feira, dia 27/09/2011, o projeto trainee com o objetivo de aplicar uma de suas ferramentas do Lean Manufacturing em um lar que mantem crianças e jovens. Essa ferramenta: o 5′s tem como objetivo, neste caso, organizar o espaço proporcionando melhor utilização do mesmo e gerando melhor qualidade de vida para os moradores.

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Avaliativa 360 2011/1

A SMART realizou no último Sábado 18/06 a Avaliativa 360 do primeiro semestre de 2011. O evento ocorreu em Caeira do Sul, Florianópolis – SC. Contou com a presença de 24 membros e 1 conselheiro. Com este evento, a SMART reafirma a sua preocupação em melhorar constantemente o clima da organização a fim de transformar seu ambiente de trabalho num local cada vez mais amigável, sério e justo para todos.

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Finalização do Projeto Trainee 2011/1

No sábado, dia 11/06, finalizando o período trainee 2011/1, realizou-se um evento com a presença dos pais dos membros da Smart Consultoria Jr., mostrando a importância que a empresa júnior tem na formação e capacitação dos seus integrantes.

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Treinamento Gerenciamento de Projetos

Na Sexta-feira 10-06-11 a Smart participou do treinamento sobre Gerenciamento de Projetos com Leonardo Vieira, vice-presidente da Brasil Júnior – Federação Brasileira de Empresas Juniores.
Este treinamento foi apenas o passo inicial para um novo sistema de gestão e profissionalização de nossos serviços, afim de atender nossos clientes com qualidade e eficiência ainda maiores.

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Treinamento Mapa de Fluxo de Valor

Ocorreu na última sexta-feira (03/06) o Treinamento de Mapa de Fluxo de Valor, ministrado por Fábio Bozzola Serpa, conselheiro da Smart e estagiário da Docol.

Como ponto de partida foi utilizada o material da contra capa do primeiro livro do Kit Lean: “Aprendendo a Enxergar”, de Mike Rother e John Shook.

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